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sábado, 15 de agosto de 2015

Comunicado Urgente

Caros alunos,
Informamos que devido a problemas técnicos com os equipamentos (impressoras, duplicador e máquina xerox) que utilizamos para a reprodução, as avaliações programadas para a segunda-feira, dia 17/08/2015, serão reprogramadas para a sexta-feira, dia 21/ 08/ 2015.
Desta forma, na segunda (17/ 08/ 2015) teremos aula normal, já com o início da 3ª Unidade.
Contamos com a presença de todos e também com a compreensão.

Obs.: por gentileza, compartilhem esta informação
Bom fim de semana.
Equipe Gestora.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Doação de Alimentos arrecadados na Ecogincana 2013

COMUNICADO DO DIA 11/DEZ/13

Comunicamos que a entrega dos ALIMENTOS e PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL que foram arrecadados durante a Ecogincana 2013 foi realizada no dia 10/12 (terça-feira) para o turno MATUTINO e será finalizada hoje para o VESPERTINO.
Conforme sugestão de líderes de equipes e delegados (as), os alimentos foram doados para algumas famílias da comunidade (escolar e local) e para o Projeto Lajedinho. 
Estiveram presentes na reunião de alinhamento sobre a doação de alimentos os estudantes Jeremias (3AM), Márcio (3AM), Mateus (2AM), Rafael (2CM), Rebeca (2BM), Rodrigo (1BM), Roseane (2BM), Wesley (1AM).

Atenciosamente,
Comissão Organizadora.

Para saber mais sobre o Projeto Lajedinho acesse: https://www.facebook.com/projetolajedinho

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Conferência no Colégio Est. Profa Maria Bernadete Brandão

PROGRAMAÇÃO

As Conferências nas escolas de todo o Brasil tem até o dia 31 de agosto para serem realizadas como etapa preparatória para a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA). No Colégio Estadual Professora Maria Bernadete Brandão a conferência será realizada no dia 28 de agosto de 2013 buscando favorecer a participação infanto-juvenil na construção de um Espaço Educador Sustentável.

O evento será dividido em duas partes. Durante a manhã, no primeiro momento haverá oficinas temáticas em sala de aula mediada pelos professores sobre Água, Terra, Ar e Fogo. Nesse momento haverá a construção de planos pelos estudantes do ensino fundamental, seguida da escolha de projeto por tema, assim como eleição do delegado(a) da turma. No segundo momento, os delegados eleitos nas turmas irão socializar os planos com outras turmas, onde será escolhido um plano de ação para o colégio e eleito(a) um(a) delegado(a) e suplente que representará a escola na conferência municipal.

No período da tarde, será realizado o registro do plano de ação do colégio escolhido coletivamente, no site da Conferência, por uma equipe de professores(as), também será elaborado um produto de educomunicação para divulgação do plano de ação escolhido e assim como será realizado o registro do(a) delegado(a) e suplente eleitos, no site da Conferência.
Todas essas atividades ambientais visam propiciar a discussão, na unidade escolar, dos problemas ambientais da comunidade local e global através da temática de Educação Ambiental, buscando descobrir e incentivar uma nova geração que se empenhe na resolução dos problemas ambientais.


quinta-feira, 11 de abril de 2013

A ESCOLA PEDE SOCORRO

José Fidelcino dos Santos


Não raro estamos debatendo sobre o crescimento da violência, essa mazela que se espalha como praga multiforme e cosmopolita. Os lares e as escolas, instituições que se articulam e se complementam, são espaços onde, paradoxalmente, este fenômeno se agiganta. Não raro, também, conjecturamos sobre as origens da violência e nos perdemos num emaranhado de fatores que se conjugam para potencializar esse incômodo e indesejável evento. Em pelo menos um ponto estamos todos concordes: a família e as drogas têm significativa participação nessa avalanche de violência que não poupa nem mesmo os ambientes mais sagrados nem os indivíduos mais puros e indefesos. 

Focando o espaço escolar, na perspectiva das drogas, percebe-se um lamentável distúrbio: onde deveria acontecer a prevenção e o encaminhamento dos casos concretos, encontra-se um contexto propício para a proliferação dessa mazela, um flagrante mau uso da zona de desenvolvimento proximal, proposta por Vygotsky. E a escola se transforma em meio de cultura do agente etiológico de uma das patologias mais cruéis da sociedade. É verdade que a proposta da escola não é solucionar essa questão; se enveredar por essa vertente não atingirá nem mesmo seus objetivos mais imediatos. A escola tem sido vítima dessa cruel realidade por não dispor de instrumentos para enfrentar, sozinha, esse desafio. Assemelha-se a um hospital oncológico que recebe um paciente para tratamento, mas descompensado psiquiatricamente. O que fazer? O que deve ser tratado primeiro?

Assim como tem suprido carências imediatas da sua clientela como distribuição de livro didático, merenda escolar, farda e outros itens de sua atenção básica, urge à escola encontrar meios para superar também a barreira das drogas. Talvez seja o caso de uma ação conjunta e devidamente articulada de órgãos públicos (secretarias de governo e Ministério Público) comprometidos com demandas sociais para, juntamente com a família, tratar essa questão -e o indivíduo- conforme o caso e a competência, em espaços especializados. Do contrário, nosso paciente psiquiátrico descompensado não receberá o necessário tratamento oncológico; perturbará o trabalho da instituição e trará riscos para pacientes e toda a comunidade hospitalar. 

José Fidelcino dos Santos é professor do CEPMBB.